Com um bronze e um quarto lugar no vôlei feminino, Notre Dame espera manter o trabalho e os bons resultados em 2020
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Saldo positivo. Assim foi avaliada a participação do Notre Dame no vôlei do 37 Intercolegial Sesc O GLOBO. Das quatro categorias que disputou, a escola inscrita por sua unidade de Ipanema chegou em duas semifinais, ambas com times femininos, e ficou com uma medalha de bronze, na sub-15 não federada feminino.

Apesar de deixar claro a sua satisfação, o técnico Leonardo Mamed salientou a importância da manutenção do trabalho para que o colégio consiga resultados ainda melhores na próxima temporada.

— No feminino a gente apostava muito, não é à toa que chegamos nas semifinais. Ficamos com uma avaliação positiva pela nossa proposta pois têm equipes na nossa frente, como o Pedro II, o Garriga, o Elite... Então, a gente tinha que entrar no bolo — afirma o professor, acrescentando que o Notre Dame passou perto:

— Por pouco não entramos na festa. Agora, vamos seguir em frente para continuar esse trabalho no próximo ano.

Nos dois duelos por medalhas de bronze — realizados no Sesc Tijuca — a escola ficou com uma delas. Pela categoria sub-18 não federada feminina, a equipe até venceu o primeiro set, mas acabou perdendo para o Pedro II, inscrito pela Tijuca, por 2 a 1 (25 x 15/14 x 26/13 x 15). Depois, as meninas do sub-15 não federadas fizeram bonito e venceram o Colégio Militar, outro adversário tijucano, por 2 a 0, com parciais de 25 a 8 e 25 a 23.

— No sub-18, a gente sabia que precisava fazer um jogo muito equilibrado para vencer. Conseguimos no primeiro set, o segundo foi disputado, mas no terceiro eu comecei mal, consegui virar, mas em três bolas decisivas para minha equipe a gente não conseguiu passar. Então, mérito para o Pedro II que também que fez um excelente jogo. Já pela sub-15 a gente sabia que conseguindo entrar o nosso saque, ia favorecer o nosso jogo. Aconteceu isso no primeiro set. Mas no segundo elas desequilibraram, melhoraram. E no saque, que era meu diferencial, a gente conseguiu fazer uma virada no final e ficamos com essa medalha de bronze que é importante para elas — analisa Mamed.

E uma das responsáveis por esse saque diferenciado do time sub-15 do Notre Dame foi a pequena Joana Nunes, de 14 anos. Quando o Colégio Militar estava perto de fechar o segundo set e forçar o tie-break, ela entrou no saque e não saiu mais. Após a conquista, mostrou espírito coletivo e dividiu os méritos da vitória com toda a equipe:

— Quando elas (Colégio Militar) chegaram no 23, a gente conseguiu fazer um ponto e eu fui pro saque. A gente pediu um tempo e eu falei que no jogo passado eu já tinha feito uns pontos de saque, então eu queria muito terminar esse set agora para não ter que ir para o terceiro e poder chegar em terceiro. Mas não acho que foi muito por causa do meu saque, foi por toda equipe que a gente conseguiu o terceiro lugar - comemora Joana. 

O 37° Intercolegial é apresentado pelo Sesc, realizado pelo jornal O GLOBO e produzido pela Abadai Eventos.

Nas fotos abaixo, o time sub-15 e mais abaixo o sub-18.






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