Amante dos esportes e da música, Ana Júlia, pivô do Elpídio da Silva, mostra versatilidade dentro e fora das quadras
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A musa das semifinais do basquete faz de tudo um pouco. Ana Júlia Gomes canta, toca, joga basquete, faz judô... A pivô do Elpídio da Silva é versátil à beça e foi a principal jogadora do time. No entanto, apesar da boa atuação, não conseguiu evitar a derrota por 30 a 12 para a forte equipe do Santa Mônica Centro Educacional, inscrito pela unidade de Cascadura. O duelo - válido pelas semifinais da categoria sub-18 federada feminina da modalidade no 37° Intercolegial Sesc O GLOBO, foi disputado no ginásio do Sesc São João de Meriti.

E, mesmo com todo o talento exibido dentro das quatro linhas, o que a jovem de 17 anos pensa mesmo é em seguir os passos do pai e entrar de vez na carreira musical.

- Meu pai tem um grupo de pagode e eu canto, toco cavaquinho, violão... Penso em seguir carreira cantando, mas sou muito eclética, ouço pagode, pop... - conta a aluna do primeiro ano do ensino médio, que, voltando ao basquete, é fã de Stephen Curry, armador do Golden State Warriors, da NBA.

As raízes na música popular brasileira e a influência do pai não restringiram a versatilidade de Ana Júlia, que elegeu uma americana como a pessoa em quem se espelha.

- A Beyoncé é minha musa inspiradora. Amo ela - encerra a musa.

O 37° Intercolegial é apresentado pelo Sesc, realizado pelo jornal O GLOBO e produzido pela Abadai Eventos.





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